O dr. Carlos Alberto Petta, um dos maiores especialistas em endometriose no país, escreveu o artigo abaixo, o qual publico na íntegra por considerá-lo de fundamental importância. Como muitas de vocês devem saber, a endometriose é uma das principais causas de infertilidade feminina e, quanto mais cedo diagnosticada, melhores as possibilidade de controlá-la.

 

Endometriose: uma doença cada vez mais freqüente

A endometriose ainda é uma doença pouco conhecida entre a população feminina em geral, apesar de acometer um número cada vez maior de mulheres em nosso país. Estima-se que 10% a 15% das mulheres em idade fértil, isso entre 3,5 milhões e 5 milhões de brasileiras, possam ter endometriose.

A doença causa dores constantes no abdômen e na pelve em 80% dos casos. E em 40% a 50% das portadoras, a doença também está relacionada com a infertilidade. O tipo mais comum de dor é a cólica menstrual, seguida da dor pélvica crônica (dor o mês todo) e dores nas relações sexuais.

Um dos problemas do pouco conhecimento é que as mulheres muitas vezes passam anos achando que é normal ter cólica menstrual intensa antes de procurar um médico. Mesmo depois que fazem isso, em geral o diagnóstico demora a ser estabelecido.

Em geral, o tempo entre uma mulher sentir algum sintoma da endometriose e algum médico fazer o diagnóstico é de sete anos. Esse intervalo pode chegar a 12 anos quando os sintomas se iniciam na adolescência. Uma das razões para essa demora é o mito de que cólicas menstruais são normais. Outra razão é a dificuldade de se fazer o diagnóstico, que requer um procedimento cirúrgico, normalmente a laparoscopia, para que o diagnóstico seja feito.

Por estar relacionada com stress, ansiedade e depressão, a endometriose é considerada uma doença da mulher moderna, que muitas vezes tem várias jornadas de trabalho, dentro e fora de casa. Também existem fatores hormonais, poluentes, tendência pessoal e familiar que podem influenciar no aparecimento da endometriose.

É uma das doenças ginecológicas mais pesquisadas da atualidade, mas os pesquisadores ainda têm mais dúvidas que respostas quando se trata de endometriose. Novos tratamentos têm sido desenvolvidos para o controle da dor, tanto com medicamentos, como com procedimentos cirúrgicos mais adequados para controlar a doença e tratar seus sintomas.

Os serviços que tratam mulheres com endometriose também se adaptaram e têm investido nas equipes multidisciplinares, com a presença de várias especialidades médicas, como proctologistas e urologistas, além de ginecologistas e profissionais como enfermeiras, psicólogas, fisioterapeutas e assistentes sociais. Com isso também tem sido possível utilizar terapias alternativas para o controle da dor, para que se evite a realização de cirurgias repetidas, procedimentos caros e com riscos.

Com essa abordagem, valorizando a necessidade de cada paciente, bem como suas características pessoais como idade, desejo de ter filhos e sintomas, é que é possível individualizar cada mulher para proporcionarmos a melhor forma possível de tratamento para a endometriose

*Dr. Carlos Alberto Petta é diretor do Centro de Reprodução Humana de Campinas e responsável pelo Ambulatório de Endometriose da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Contato: cpetta@attglobal.net

Escrito por Cláudia Collucci às 19h07

 

Fertilização in vitro: alerta vermelho

A edição de novembro da revista "Fertility and Sterility", uma das publicações internacionais mais renomadas na área da reprodução humana, traz uma série de artigos, sete para ser mais precisa, que põe mais lenha em uma controversa fogueira que, a cada dia, ganha mais e mais labaredas: bebês nascidos por meio de FIV (fertilização in vitro), mais precisamente a ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides), têm ou não mais riscos de apresentar defeitos congênitos do que aqueles gerados naturalmente? Muitos cientistas dizem que sim, embora ainda não saibam se o problema está relacionado à causa de infertilidade do casal ou ao tratamento de reprodução assistida em si.

Um dos trabalhos foi realizado por uma equipe da Finlândia e teve por objetivo estudar a ocorrência de maior taxa de anormalidades congênitas entre crianças nascidas depois da FIV (incluíram aí a ICSI e as transferências de embriões congelados) e depois das induções de ovulação com ou sem inseminação. Foram analisadas 4.559 crianças nascidas depois da FIV, 4.467 por inseminação e houve um grupo controle de 27.078 bebês gerados naturalmente. Resultado: entre os nascidos por FIV, os meninos apresentaram maior taxa de defeitos congênitos em comparação às crianças geradas por inseminação ou naturalmente.

Outro estudo, realizado por cientistas da Universidade de Iwoa (USA), também tem conclusão semelhante. Eles compararam crianças nascidas por meio de FIV (1.462) e de inseminação (343) com as geradas naturalmente (8.422 ). Entre as geradas por FIV, a taxa de defeitos congênitos foi de 6,2%. Por inseminação, o percentual de defeitos ficou em 5% e entre as concebidas naturalmente, 4,4%. Problemas cardiovasculares e múscolo-esqueletal foram os mais freqüentes entre os bebês nascidos por FIV. Para saber mais sobre os estudos, acessem o site da revista: http://www.sciencedirect.com/science/journal/00150282

Todos os artigos ressaltam a importância de se realizar mais estudos para investigar essa maior frequência de defeitos congênitos em crianças nascidas por meio da FIV. Os pesquisadores também sugerem que os médicos avisem seus pacientes sobre esse maior risco. É aí que eu quero chegar. Quantos médicos vocês conhecem que já mencionaram essa questão durante o tratamento? Por mais que os dados ainda sejam incipientes, não dá para ignorar que o problema existe. Na última década, centenas de estudos já foram realizados, publicados em revistas científicas e apresentados em congressos médicos. Só não acredita quem não quer acreditar. E eu não vou entrar aqui nas razões que os levam a isso.

Para os cientistas, diante desse fato, a questão agora é saber o motivo que está levando a essa maior taxa de defeitos congênitos. Ou seja: está no tratamento ou na própria causa da infertilidade do casal? A maior parte dos médicos que conheço aposta na segunda alternativa. A lógica é simples: muitos casais que jamais poderiam conceber naturalmente, por trazerem defeitos graves em seus genes, estão conseguindo por meio da FIV. Porém, para uma pequena parcela deles, o preço é bem caro: estão gerando filhos doentes.

Não quero provocar alarde com essas notícias, mas é meu dever informá-las (os). Todas (os) nós devemos estar cientes dos riscos desses procedimentos e, se a decisão for por corrê-los, que seja consciente. É claro que os riscos são pequenos e estão mais associados às causas genéticas de infertilidade, segundo os médicos. Mas, por menores que sejam, devem ser explicitados pelos especialistas que as acompanham.

Isso tudo só corrobora para a tese que alguns médicos sérios defendem e que eu assino embaixo: a FIV deve ter  indicações muito bem precisas. Jamais deve ser adotada como primeira alternativa ou sem a gama toda de investigações preconizadas ao casal. Eu digo e repito: há muito mais espinhos do que flores neste mundo da reprodução assistida.

Escrito por Cláudia Collucci às 18h31

A busca pelo filho que ainda não veio

 

Às vezes, pedimos muito um presente. E, enquanto esperamos por ele, fantasiamos o bastante para torná-lo quase real, quase palpável. E quando ele chega e não é exatamente igual ao idealizado, nos frustramos imensamente e deixamos de valorizá-lo tal como ele realmente é. Com o desejo de gravidez, às vezes, funciona assim. Há meses em que temos a certeza de que estamos grávidas. Afinal, pensamos, fizemos tudo certo. A saúde reprodutiva vai bem obrigada, a ovulação ocorreu, as relações sexuais foram intensas, enfim, havia todas as condições propícias para uma gravidez. Nesses momentos, já nos sentimos grávidas, às vezes, até com sintomas.

 

Mas, quando a gravidez não acontece, é como se tirasse o nosso chão. Como se, literalmente, a menstruação fosse uma torrente de lágrimas de sangue da nossa alma. A dor é tão profunda, tão dilacerante que o mundo, até então multicolorido, fica preto e branco. E tudo perde a graça.

É justamente nesses momentos que precisamos nos voltar para nós mesmas, nos centrar e buscar uma certa dose de pragmatismo. O que podemos fazer para tornar nossas vidas melhores enquanto a gravidez não vem? Uma viagem? Uma atividade física? Um curso que está sendo adiado há muito? Algo que resgate a nossa auto-estima ou que reforce a nossa espiritualidade? Tentar solucionar problemas com o casamento? Mudar de emprego?

 

Em geral, quando começamos a refletir sobre isso, descobrimos que a nossa tendência é direcionar todos os “buracos” da nossa vida para a questão da dificuldade de gravidez, até que eles se tornem uma imensa cratera. Tão grande que os outros problemas ficam escondidos, subestimados.

 

Estava refletindo sobre isso conversando com amigas que tiveram dificuldades de gravidez e hoje estão grávidas ou já tiveram filhos. Passada a euforia inicial da gravidez, ou do nascimento do filho, elas perceberam que o mundo continuava “PB”. Aquela insatisfação até então atribuída à dificuldade de gravidez parecia maior do que nunca. E elas se perguntavam: o que há de errado comigo?

 

É por essas e outras que acredito que o processo das tentativas de gravidez, se bem conduzido, pode se tornar um fértil campo de auto-conhecimento. É diante das dificuldades que a vida nos impõe que nos descobrimos absolutamente desarmadas e verdadeiras, por mais que a  gente odeie aquela imagem frágil refletida no espelho. Nesses momentos, é fundamental tocar o dedo nas nossas feridas mais profundas e tratá-las com muito carinho e atenção, antes que se tornem crônicas. 

 

É claro que todas nós fantasiamos a felicidade completa e, muitas vezes, a projetamos na maternidade. Mas momentos de felicidade estão por toda parte, a todo instante. No nosso dia-a-dia, nos encontros com os nossos amigos, com a nossa família, no contato com a natureza, na leitura de um bom livro ou assistindo a um bom filme. Nós é que, muitas vezes, estamos tão cegas e tão focadas em um só objetivo que temos dificuldades de enxergá-los, reconhecê-los e integrá-los à nossa vida.

 

Desejo que, diariamente, cada uma de nós recolha esses pedacinhos de felicidade e, com muito bom humor, coloque-os no nosso cotidiano. Juntos, tenho certeza, formam um mosaico muito maior do que a dor pelo filho que ainda não veio.   

 

Escrito por Cláudia Collucci às 12h49
Absurdos no HC
 
Recebi durante as férias um e-mail de uma leitora que me deixou perplexa, embora já esperasse que dia menos dia isso aconteceria. Trata-se do que está acontecendo no centro de reprodução humana Mario Covas, do Hospital das Clínicas. Criado com dinheiro público (na época, o equivalente a US$ 1 milhão) e com o propósito de atender pacientes do SUS, o local nunca conseguiu cumprir o prometido inicialmente. Há uma fila de espera numerosa e dificilmente todas essas pessoas serão atendidas.
 
Agora, soube pela leitora Aparecida que o centro resolveu mudar as regras e limitar a idade das pacientes que já aguardavam o tratamento. Estão tirando da fila pessoas que já estavam esperando a esperando por uma fertilização in vitro há vários anos, como foi o caso da Aparecida. Para mim, isso se chama estelionato emocional, um verdadeiro golpe sobre o sentimento dessas pessoas já tão fragilizadas com a dificuldade de gravidez. Leiam abaixo o texto da Aparecida:
 
Em 14.12.2004 foi chamada no HC, onde me encaminharam para Centro de Reprodução Mário Covas. Soube que em fevereiro do próximo ano iniciaria o processo de FIV. Fiquei muito feliz pois já estava na fila há mais de 4 anos. Mas chegou o mês de fevereiro/2005 e nada de telefonema. Os meses foram passando e nada. Aí eu analisei que, como eu fui 10ª pessoa em dezembro a ser chamada, eu ficaria mais para o mês de agosto. Mas setembro chegou e nada. Em 05/09/2005 fui ao HC para marcar um exame e decidi verificar o que estava acontecendo. O Dr. Claudio marcou meu retorno para o dia 25/10/2005. Pronto, meu sorriso foi até a orelha. Voltei para casa toda feliz. Uns 20 dias antes me ligaram me informando da consulta do dia 25 e pedindo que eu levasse todos os exames. Chegou o famoso dia 25. Você não imagina: eles me chamaram para me tirar da fila sem dó ou piedade, alegando que em janeiro a regra tinha mudado e que as FIVs seriam realizadas em mulheres até 41. Bom, estou com 42: dancei.
Não me conformei e fui fazer uma reclamação com o médido chefe, que é o Dr. Nelson Cruz. Ele disse que eles tinham que acabar com as filas. Eu não concordo, pois eu e milhares na minha situação já estavam  na fila, e na época que eu começei não tinha limite de idade, coisa que eu acho até correto, mas desde que eles esticassem pelo menos até 44 anos, que para mim eu acho que o limite para nós mulheres.
Bom, ele disse que não podia fazer nada, pois foi o diretor do hospital que havia determinado, que na época das inscrições eram um deputado que estava interessado em ganhar votos então ofereceu muita coisa (...)
Cláudia, tente localizar mais mulheres nessa situação para podermos entrar com uma ação coletiva junto ao HC; pois como eu disse a ele, eu fiquei 4 anos anos na fila e agora eu não tenho chance nenhuma, nem de procurar um lugar mais barato, pois esta notícia foi pior do que ter tentado a FIV e não ter dado certo.
Sai do HC completamente transtornada, sem rumo nenhum, minha vontade era só de me atirar debaixo de um ônibus. Isso destruiu a minha vida completamente, quero tentar os reparos por dados morais. Estou até agora sem rumo, não consigo trabalhar direito, minha casa está do lado do avesso, enfim está um caos (...)
O governador anunciou várias vezes que ia ajudar as pessoas mais carentes a fazer o tratamento, e agora eles mandam centenas de mulheres para fora, sendo que nós estávamos na fila, não é justo.
 
Aparecida, solidarizo-me totamente com você. O que foi feito e o que está sendo feito no HC é um tremendo absurdo. Se alguém tem que ser penalizado por erros de gestões anteriores, certamente não devem ser os pacientes. As regras não podem ser mudadas com o jogo andando. Isso é imoral.
 
Mas esse é o retrato da demagogia de que impera nesse país. Lembro-me que em 2002, quando o centro de reprodução do HC foi criado, toda mídia deu destaque para o assunto: fertilização grátis no SUS!!! Resultado:  dez dias depois, 10 mil casais haviam se inscrito no programa.  Desde daquela ocasião, venho alertando sobre o engodo. No dia da inauguração, questionei o governador sobre isso e ele reafirmou que o centro funcionaria e atenderia a demanda. Meses depois, voltei a falar que o centro estava praticamente parado. Porém, infelizmente, tenho sido a única voz a denunciar esse fato.
 
Com o desfecho que a Aparecida nos conta, parece que o engodo se confirma e a gente deduz que tudo foi uma grande jogada de marketing. Qualquer um que transita na área da reprodução assistida sabia desde o início que eles não dariam conta de atender toda a demanda em razão dos custos do tratamento. Mas, como diz o dito popular, promessa é dívida. E podem apostar que eu vou cobrar essa dívida.
Escrito por Cláudia Collucci às 21h49

De volta

Depois de quase um mês de férias, por estradas e cidades alemãs, thecas e austríacas, pisei hoje em solo brasileiro. Ainda estou meio sonza com o fuso horário e com a temperatura (ontem, em Frankfurt, a máxima foi de 6 graus), mas estava ansiosa para teclar alguma coisa para vocês. Tive dificuldade de encontrar nos cibercafés sistemas compatíveis que permitissem atualizar o blog com novos posts na última semana. Estava com saudade. Da minha casa, do nosso arrozinho com feijão e de estar mais pertinho de vocês.

Bom, nem é preciso dizer que as férias foram ótimas. Mas é impressionante como o nosso foco de atenção muda. Claro que amei cada castelo, museu, palácio, bibliotecas, parques e bosques visitados. Foram quase 3.200 km de estradas rodados e muitas experimentações de sabores, das comidas típicas e das fantásticas cervejas e vinhos regionais. Porém, sinceramente, sabe onde a minha atenção mais se prendeu? Nos carrinhos de bebês, nas lojinhas de artigos infantis e nas diversas "Pietás" (imagem de Nossa Senhora com o menino Jesus no colo) vistas em igrejas góticas e romanas. O espírito maternal bateu legal.

Peguei-me analisando os tipos de mães, o jeito peculiar que cada uma tem no trato com a cria, a divisão de tarefas com o companheiro (majoritariamente, o homem carregando a criança). E um fato que me chamou a atenção foi a quantidade das ditas mães tardias, ou acima dos 30, 35 anos. Já conhecia as estatísticas (em alguns países da Europa elas representam 30% das mães), mas é legal ver isso na vida real. Pelo menos nos lugares pelos quais passei foram raras as mulheres mães na faixa dos 20 anos.

Conversei sobre isso com Sophie, uma jovem executiva francesa de uma multinacional. Não perguntei a idade dela, mas certamente, tem menos de 25 anos. Ela foi categórica em afirmar que a carreira profissional é a sua prioridade de momento. Diz que um dia pretende ser mãe, não sabe quando e que não veria problemas em adotar uma criança se o relógio biológico despertasse tarde demais. Tudo bem pragmático. E eu fiquei pensando que as palavras delas pareciam eco das minhas até bem pouco tempo atrás.

Não adianta. O desejo de ser mãe pode tardar, mas quando chega, vem de forma quase que visceral. Abrimos mão da racionalidade e do pragmatismo que costumam reger as nossas vidas. E nos pegamos fazendo coisas que, em outras épocas, pareceriam inimagináveis. Como se emocionar ao ver a cena de uma mãe num parque alemão empurrando o carrinho do seu bebê e outro filho, ainda usando fraldas, aprendendo a dar as suas primeiras pedaladas na bicicletinha amarela.

Era um entardecer e o chão do parque se confundia com a copa das árvores: milhões de folhas multicoloridas pelo outono. A luz do sol, absolutamente dourada, tornou aquela cena quase mítica. Bem pertinho dali, um músico tirava acordes belíssimos de um violino. Nunca um momento me pareceu tão mágico. Nunca tive tanta certeza do quanto ainda quero protagonizar aquela cena.  

Escrito por Cláudia Collucci às 16h18

Jornalista da Folha de S.Paulo, mestre em história da ciência pelo PUC de São Paulo, autora dos livros ("Quero Ser Mãe", editora Palavra Mágica, e "Por Que a gravidez Não Vem?", editora Atheneu)

Este espaço trata de questões relacionadas à fertilidade, como a angústia que envolve a dificuldade de gravidez, os aspectos físicos e emocionais da infertilidade, os tratamentos em reprodução assistida e a polêmica em torno das novas tecnologias.

Neste blog Na Web

"Quero Ser Mãe"

O livro conta histórias reais de 30 mulheres que fizeram fertilização artificial em razão de diversos problemas

"Por Que a Gravidez Não Vem?"

Esclarecimentos sobre infertilidade conjugal a partir de dúvidas de quem vive o problema

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